Ouso dizer que o mais próximo que chegamos, com palavras, da Arquitetura da Linguagem talvez seja a poesia. Essa deixa ao abismo que se conecta com a imensidão. Mais artisticamente, poderíamos tentar definir que a palavra é como uma estrela no céu. Consegue sentir?
Honestamente, eu gostaria de compartilhar com vocês que eu ainda tenho certa dificuldade em resumir o tema deste livro em palavras, o que pode mesmo soar um tanto quanto paradoxal, porque ele se intitula Arquitetura da Linguagem. Ou seja, também é sobre linguagem e, portanto, deveria conseguir usar esse sistema ao transpor a ideia em palavras. Talvez, o problema venha com a arquitetura.

Derivada de arkhitekton, do grego antigo, a palavra é uma combinação entre arkhé, que remete à ideia de princípio, e tékton, que traz à tona o fazer de um artesão. Nesse contexto, a Arquitetura da Linguagem pode ser interpretada como uma matriz, ou a mãe dos movimentos em nosso espaço mental, o conjunto de processos cognitivos que nos permitem pensar, imaginar e compreender o mundo. A palavra em si é apenas um produto da linguagem, ou uma filha dela (para deixar as coisas menos comerciais).
Eis a dificuldade em falar daquilo que vem antes da própria palavra. Ouso dizer que o mais próximo que chegamos, com palavras, da Arquitetura da Linguagem talvez seja a poesia. Essa deixa ao abismo que se conecta com a imensidão. Mais artisticamente, poderíamos tentar definir que a palavra é como uma estrela no céu. Consegue sentir?
E olha que interessante: provavelmente, ao ler isso você deva ter imaginado algo assim:

Foto de Patrick Fore na Unsplash
E não é surpreendente: como eu posso escolher palavras que invoquem imagens na sua mente? O divertido e para além do ordinário, desta obra, é que iremos descobrir que, muito além de vozes e imagens, o nosso pensamento pode revelar entendimentos sobre questões profundas da experiência humana, como o que é o ser, o espaço e o tempo, e com o tempo, o início e o fim de tudo.
Dúvidas frequentes:
Ana, eu tenho receio de que este seja um livro difícil de ler.
Esse receio é mais comum do que parece e pode ter relação com um certo “academicismo” no campo da filosofia ou resumindo de outra forma, com uma linguagem rebuscada ou complexa, difícil de digerir.
Uma das minhas principais críticas, algo que defendo já no início do livro, é justamente, quanto a nossa incapacidade de tornar acessível o que é importante. Meu maior esforço foi justamente traduzir algo complexo de um jeito simples, divertido e leve. E, para facilitar, o livro ainda vem com 96 imagens que ajudam você a compreender melhor o que eu estou tentando transmitir.
Onde posso adquirir?
Você pode comprar o livro diretamente na Amazon e conferir o valor por este link:
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Ou, enquanto durarem os estoques, diretamente com a autora pelo WhatApp: (54) 99944 7760.
Se possuir mais alguma dúvida, sinta-se à vontade em deixar um comentário aqui nesta publicação, na Seção “DEIXE UMA RESPOSTA”. Assim que possível, eu darei o devido retorno.
Por fim, obrigada, Nei Alberto Pies, por todo o apoio, tanto na divulgação dos meus textos, quanto pela oportunidade de agora divulgar esta obra por aqui!
Autora: Ana P. Schaeffer. Também escreveu e publicou no site “Quando as mulheres dão nome às coisas”: www.neipies.com/quando-as-mulheres-dao-nome-as-coisas/
Edição: A. R.











Dúvidas frequentes:
Ana, eu tenho receio de que este seja um livro difícil de ler.
Esse receio é mais comum do que parece e pode ter relação com um certo “academicismo” no campo da filosofia ou resumindo de outra forma, com uma linguagem rebuscada ou complexa, difícil de digerir.
Uma das minhas principais críticas, algo que defendo já no início do livro, é justamente, quanto a nossa incapacidade de tornar acessível o que é importante. Meu maior esforço foi justamente traduzir algo complexo de um jeito simples, divertido e leve. E, para facilitar, o livro ainda vem com 96 imagens que ajudam você a compreender melhor o que eu estou tentando transmitir.
AUTORA: ANA P. SCHAEFFER