Um monumento de presente? A origem da Cuia da Praça Marechal Floriano

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A instalação da Cuia estava inserida em um contexto em que se buscava a redefinição da imagem de Passo Fundo como uma cidade moderna, progressista, ou ainda como “Capital do Planalto Médio”.

(Por Alex Antônio Vanin, membro do Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF)

Você conhece a história da Cuia da Praça Marechal Floriano?

É público e notório que, sem dúvida, a Cuia da Praça Marechal Floriano é o mais conhecido e distintivo dentre os monumentos existentes na cidade de Passo Fundo. O que não é de se estranhar: não é em todo o lugar que se encontra uma cuia gigante na praça central da cidade – nem mesmo em outras comunas do Rio Grande do Sul.

Aos forasteiros que visitam Passo Fundo, a Cuia acaba sendo um ponto de visitação obrigatório e, ato contínuo, plano de fundo de uma canônica fotografia que será a recordação da passagem pela Capital do Planalto.

Mas aí, surge uma grande questão, que pode ser posta a qualquer passo-fundense: o que você sabe sobre a história da Cuia? Quem teve a ideia de ali colocá-la? Com qual intenção? E quando isso ocorreu? Estas perguntas guiaram uma laboriosa pesquisa e a consulta a diversas fontes – ainda que escassas – sobre o mais famoso monumento da cidade de Passo Fundo.

O que se dizia sobre a Cuia

Na boca do povo, circula duas narrativas muito similares, quase unânimes, e que volta e meia são ressuscitadas como uma curiosidade marcante da cidade. A primeira versão constou por anos nos meios de divulgação oficial da Prefeitura de Passo Fundo, e diz que a Cuia “foi doada, em 7 de agosto de 1957, pelo Governador de São Paulo, como presente pela passagem do centenário de Passo Fundo”[1]. A segunda versão, que também circula no meio eletrônico em sites de divulgação turística, altera ligeiramente a narrativa precedente, afirmando que a Cuia “foi doada, em 7 de agosto de 1957, pelo prefeito de São Paulo Adhemar de Barros, como presente pela passagem do centenário de Passo Fundo”[2].

Ambas as versões, portanto, tem em comum o fato de atribuírem a origem do monumento a uma ideia de aquele ter sido um “presente” para Passo Fundo, dado por algum expoente da política de São Paulo no contexto do Centenário da emancipação político-administrativa de Passo Fundo, ocorrido em 1957. Essa suposta concessão nunca foi confirmada por nenhuma fonte documental, mas, pela excentricidade e distinção, acabou se consolidando como narrativa unânime na população local. Em pesquisa nos arquivos da Prefeitura Municipal, não foram encontrados registros acerca da instalação da Cuia no centro da Praça Marechal Floriano.

De fato, a Cuia foi instalada em 1957, no ano do Centenário de Passo Fundo. Quem caminhasse pela Praça Marechal Floriano em 1956, veria o calçamento e o ajardinamento que haviam sido projetados no início da década de 1940, nas administrações dos prefeitos Victor Graeff e Arthur Ferreira Filho, e o lago artificial que havia sido construído na década de 1920, na gestão do intendente Nicolau Vergueiro, mas não veria nenhum monumento. No centro da Praça, onde hoje está instalada a Cuia, havia uma luminária, conforme pode ser visto em um cartão postal de 1957.

A Praça sem a Cuia. Nessa vista da Praça Marechal Floriano, registrada no início de 1957, vê-se que, no lugar onde seria instalada a Cuia, existia apenas um pequeno jardim e um poste de iluminação. Acervo Fotos Antigas de Passo Fundo.

Um presente político?

Ambas as versões para a origem do monumento são similares, recorrentemente difundidas e pouco ou nada contestadas, por isso merecem ser melhor investigadas.

Para começar, cabe uma verificação inicial: em 1957, ano do Centenário de Passo Fundo, o governador do estado de São Paulo e o prefeito da cidade de São Paulo eram, respectivamente, Jânio Quadros e Adhemar de Barros, políticos de destaque na cena nacional de então e antagonistas entre si. Partindo disso, convém questionar: qual seria o interesse do governador do estado de São Paulo ou do prefeito de São Paulo em fazer a doação de um monumento para Passo Fundo, município do Rio Grande do Sul? Por que interessaria, política ou pessoalmente fazer um gesto em relação a Passo Fundo e à comemoração de seu Centenário? E mais: teria o governo do estado de São Paulo ou a Prefeitura da cidade de São Paulo – com recursos públicos! – pagado por um monumento que seria colocado no centro de uma cidade a cerca de mil quilômetros de distância da capital paulista?

Considerando que isso fosse adequado e crível, isto é, que a Cuia poderia representar um aceno político de Jânio ou de Adhemar à elite política passo-fundense, ainda assim seria difícil de compreender este gesto. Sendo a Cuia entregue e inaugurada em fins de 1957, logicamente o suposto apoio teria de dar-se para o ano seguinte, 1958, quando houve eleições gerais para os governos estaduais, Câmara e Senado. Entretanto, tanto Jânio, quanto Adhemar, naquele ano, concorreram a cargos estaduais: o primeiro, para deputado federal pelo estado do Paraná, o segundo, para governador do estado de São Paulo. Logo, a forçosa narrativa de apoio eleitoral passo-fundense ou de uma jogada política visando obter votos na região, também redundam em uma hipótese descabida.

E, mesmo que houvesse algum tipo de acordo político em torno ao monumento, se a Cuia era de fato um presente tão distintivo, esse fato não haveria de ter sido noticiado na imprensa local? Efetivamente, nos jornais locais, Jânio Quadros e Adhemar de Barros aparecem encabeçando muitas manchetes, todas a tratar de fatos que ocorriam na cena política nacional daquele ano de 1957. Mas, não há qualquer menção a qualquer dos dois políticos em torno do patrocínio a um monumento em Passo Fundo.

Se, então, a Cuia nada tem a ver com Jânio Quadros ou Adhemar de Barros, afinal, qual a sua verdadeira origem?

Pelo Centenário e pela Tradição

A pesquisa começou a tomar um rumo diferente e mais concreto quando, no acervo do Instituto Histórico de Passo Fundo, foi possível encontrar o Relatório da Administração Wolmar Salton referente ao exercício de 1957, e nele ser localizado, na seção da Secretaria de Obras, “a instalação da cuia na praça Marechal Floriano[3] no rol das obras concluídas naquele ano, sem, entretanto, nenhuma referência à sua origem. Nessa mesma publicação, encontramos também a primeira foto oficial da Cuia em um material confeccionado pela Prefeitura Municipal.

O novo monumento. A primeira fotografia do monumento da Cuia publicada em uma documentação oficial da Prefeitura de Passo Fundo. Fonte: PREFEITURA Municipal de Passo Fundo. Relatório da Administração Wolmar Salton referente ao exercício de 1957. Passo Fundo: s/e, 1958, p. s/p.

Mas, foi no Arquivo Histórico Regional, folheando as edições do jornal O Nacional, que se localizou, na edição de 29 de novembro de 1957, uma nota que permitiu começar a esclarecer e desembaraçar o imbróglio que acercava a origem do monumento:

Um belo e atraente monumento na Praça Marechal Floriano

O Prefeito Wolmar Salton, neste ano do Centenário, tomou inúmeras providências úteis, não só de caráter administrativo normal, nos vários setores, senão também muito fazendo para o embelezamento da cidade. Um fato deprimia muito Passo Fundo. Era que, até há pouco tempo, a cidade achava-se desprovida de monumentos, que são a característica das cidades cultas. Tínhamos um aspecto de cidade colonial. Felizmente, este ano do Centenário conseguimos modificar, em parte, a feição da cidade, graças às iniciativas do Prefeito Wolmar Salton e do Comissariado. Uma das últimas iniciativas nesse setor, queremos destacar o monumento tradicionalista, no centro da Praça Marechal Floriano, de cuia e bomba, de cimento armado, sobre o pedestal apropriado, com um tanque à volta. De dentro da cuia sai um repuxo de água vaporizada, com iluminações verdes e encarnadas, produzindo, à noite, um belíssimo efeito[4].

Além de fazer nenhuma menção a governador ou prefeito paulista, essa nota trouxe uma mudança total no entendimento que se tinha sobre a Cuia: em vez de ser algo externo, o monumento aparece como desejado e planejado pela Prefeitura Municipal de Passo Fundo, considerando uma suposta ausência de monumentos na cidade. Todavia, isso não é verdade.

Antes da Cuia, outros destacavam a rememoração de personagens ou datas comemorativas, como o busto do Coronel Gervásio Lucas Annes, na Praça Tamandaré, ou o Obelisco da Independência, construído na antiga Praça da República (hoje Praça Ernesto Tocchetto), ou ainda o obelisco em homenagem a Joaquim Fagundes dos Reis, no Boqueirão; todos os estes faziam referência a eventos pontuais ou a personalidades locais.

O monumento da Cuia mudou esse cenário completamente. Como se vê, o monumento estava envolto de escolhas e objetivos colocados pela administração municipal. Um destes era estético: reforçando uma narrativa de modernização do espaço urbano, conduzida pelas autoridades municipais, algo que estava em voga no Centenário, numa perene dicotomia entre passado e presente, e promessas para o futuro de uma Passo Fundo moderna, que desejava deixar no passado o “aspecto de cidade colonial”.

A Cuia, portanto, enquadrava-se dentro das iniciativas que buscavam modernizar Passo Fundo, neste caso vinculada à materialidade e à monumentalização do espaço público, entendidas como marcas distintivas de “cidades cultas”.

Tendo presente que a Cuia então havia sido deliberadamente pensada e criada pela administração pública em 1957, resolveu-se interpelar um dos filhos do então prefeito Wolmar Salton (1911-1984), o médico e escritor Jorge Alberto Salton, no sentido de indagá-lo acerca dos bastidores da colocação do monumento, na busca por informações que não seriam encontradas em documentos oficiais e que poderiam ter ficado relegadas à memória familiar.

Jorge Salton afirma que seu pai, na condição de prefeito, foi o primeiro a fazer um aceno do Poder Público ao tradicionalismo, movimento crescente no Rio Grande do Sul desde 1948. Em Passo Fundo, por exemplo, a criação do primeiro Centro de Tradições Gaúchas, o CTG Lalau Miranda, ocorreu em 1952, como parte da interiorização das iniciativas levadas a cabo na capital do estado. Mais tarde, essas iniciativas seriam organizadas como parte do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). Em 1957, no Centenário de Passo Fundo, os tradicionalistas foram pela primeira vez incluídos em uma grande cerimônia oficial do município, obtendo destaque nas comemorações e eventos.

O Centenário à gaúcha. Tradicionalistas do CTG Lalau Miranda durante as festividades do Centenário de Passo Fundo, em 1957. Revista Manchete. Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional do Brasil.

Isto ocorreu não sem certa contestação. De acordo com Jorge Salton seu pai foi muito criticado no período, pois toda a movimentação tradicionalista na dança e na música era malvista e, por vezes, até ridicularizada.

O comentário de Salton não causa estranheza, uma vez que, naquele período, as iniciativas do embrionário MTG ainda não tinham sido alçadas ao posto de única e maior representante de uma dita “cultura gaúcha” e ainda disputava com outras formas de representação identitária no estado. Em Passo Fundo, portanto, existiam aqueles que também não viam com bons olhos a colocação de um “monumento tradicionalista” no centro da cidade, questionando a materialização dessa identidade no centro da cidade com o respaldo do Poder Público.

Assim, a instalação da Cuia estava inserida em um contexto em que se buscava a redefinição da imagem de Passo Fundo como uma cidade moderna, progressista, ou ainda como “Capital do Planalto Médio”.

O novo monumento articulava elementos da tradição imemorial indígena do chimarrão – tornada “gaúcha” dentro dos círculos tradicionalistas – com uma linguagem moderna, em cimento armado, iluminação e efeitos visuais próprios da época. A um só tempo, nota-se o esforço deliberado de construção de uma nova feição urbana, na qual memória, identidade e progresso foram mobilizados de forma estratégica para reposicionar Passo Fundo no imaginário de seus habitantes e visitantes.

Por se tratar de um monumento que não fazia alusão a um indivíduo ou data específica, a Cuia assumiu um tom universalizante e identitário potente, sendo o ponto zero de uma transformação na identidade passo-fundense.

Essa mudança identitária seria constantemente revalidada pela própria Prefeitura Municipal em gestões posteriores, em termos de difusão cultural e de apoio ao turismo, em slogans que marcaram época, como “Passo Fundo, Tchê” e a “A Cidade Mais Gaúcha do Rio Grande do Sul”, em concomitância com a popularização do gênero musical tributário da figura construída do “gaúcho”, que teve nas canções de Vitor Mateus Teixeira, o Teixeirinha, o seu expoente máximo, nas décadas de 1960 e 1970. Porém, tudo partiu da Cuia, que demarcou o início da construção de uma nova identidade citadina. Com ela, Passo Fundo e a sua população foram, paulatinamente, tornando-se “gaúchos”.

Um monumento de presente, sim

Mas, afinal, de onde veio a Cuia? Foi construída pela Prefeitura de Passo Fundo? Acerca destes questionamentos, novamente Jorge Salton esclarece o que as narrativas acerca do monumento ser um “presente de São Paulo” acabaram deturpando e multiplicando-se como versão inconteste das origens da Cuia: foi seu pai, Wolmar Salton, então prefeito de Passo Fundo, que comprou o monumento, pagando-o do próprio bolso e destinando-o à Municipalidade, que arcou apenas com os custos da instalação, conforme já apontava o seu relatório de gestão.

Retornando à pesquisa em jornais, como no Diário de Notícias, de Porto Alegre, encontrou-se uma breve notícia sobre o monumento, redigida pelo jornalista passo-fundense Carlos de Danilo Quadros, ainda em fins do ano de 1957, que corrobora com a versão da compra do monumento:

Informou ao repórter o prefeito Wolmar Salton que dita cuia fora adquirida em São Paulo, da firma lançadora do presente modelo de fonte luminosa. É toda iluminada a gás-neon. É, ao mesmo tempo, chafariz e a água sai pela parte de cima, imitando vapor de água. Este lindo ornamento da Capital do Planalto encontra-se colocado na Praça Marechal Floriano, ponto mais central da cidade. É grande o número de curiosos, principalmente forasteiros, que nestas noites de verão vão apreciar a original e sugestiva fonte luminosa de Passo Fundo[5].

A “fabricação” da Cuia, isto é, o fato de ter sido encomendada por uma empresa especializada de São Paulo na criação de “fontes luminosas” – que eram visadas à época, pelo ar de modernidade que imprimiam onde eram instaladas – explica o porquê de, em São Francisco de Paula/RS, existir um monumento em formato de Cuia que é praticamente idêntico à Cuia de Passo Fundo, inaugurada no mesmo período, em dezembro 1959[6]. Ambas, em seu formato original, contavam com os mesmos atributos, isto é, com um tanque d’água, pedestal prismático composto e a bomba, que produzia o vapor d’água que, em dias ensolarados, replicava as cores do arco-íris.

Mate compartilhado. A Cuia de Passo Fundo e a Cuia de São Francisco de Paula, instaladas em 1957 e 1959, respectivamente.

Fonte: Fotografia de Alex Antônio Vanin, 2026 / Ache Tudo na Serra. Disponível em: https://tinyurl.com/4dcm8nx6. Acesso em: 8 ago. 2026.

Após a chegada da Cuia via ferrovia, em novembro de 1957, a Prefeitura de Passo Fundo se encarregou de instalar o presente dado pelo Prefeito Wolmar Salton. A instalação da Cuia ficou a cargo dos funcionários municipais, capitaneados por Affonso Bento de Souza, da Secretaria de Obras, de quem seus descendentes preservam a única foto conhecida da instalação da Cuia na Praça Marechal Floriano.

O presente na Praça. O monumento da Cuia, na Praça Marechal Floriano, em novembro de 1957. À direita, Affonso Bento de Souza, encarregado da obra. Acervo pessoal de Margarete Regina de Souza, via Fotos Antigas de Passo Fundo (Facebook).

Jorge Salton ainda esclarece as origens dos boatos em torno da suposta “doação” da Cuia por Jânio Quadros ou Adhemar de Barros, que teria surgido nos anos seguintes à instalação do monumento no bojo das disputas políticas locais de fins da década de 1950, na antessala das eleições presidenciais de 1960, quando concorreram, simultaneamente ao cargo de Presidente da República, Jânio Quadros, Adhemar de Barros e o Marechal Henrique Teixeira Lott.

Para os chamados adhemaristas de Passo Fundo, isto é, os apoiadores da candidatura de Adhemar de Barros, do Partido Social Progressista (PSP), que eram opositores ao governo de Wolmar Salton, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), a Cuia era um motivo de crítica. Segundo Jorge Salton, a forma original do boato narrava que a Cuia teria sido uma doação de Adhemar de Barros, e teria surgido entre os próprios partidários de seu pai, para rebater e anular as críticas em torno do monumento, aproveitando-se, talvez, do fato notório de que a Cuia havia sido enviada de São Paulo para Passo Fundo. Logo, a outra versão – a do presente do “governador de São Paulo” – trata-se de uma variante, e fazia alusão ao próprio Barros, que foi governador do estado de São Paulo em período imediatamente posterior, entre 1963 e 1966.

A descoberta mais interessante em toda a busca pela origem da Cuia foi a de que a sua origem, ao fim e ao cabo, estava parcialmente correta: a Cuia foi um presente, mas não de Jânio Quadros ou Adhemar de Barros, mas do próprio prefeito de Passo Fundo à época, Wolmar Salton. Portanto, a Cuia foi, sim, um “monumento de presente”, ao mesmo tempo parte de uma deliberada e longa política de reelaboração e modernização da identidade do passo-fundense, alterando os paradigmas e referenciais identitários hegemônicos de até então.

Mais do que um presente, a Cuia se tornou, sem dúvida alguma, um monumento presente, marca do cotidiano, da memória e da história de Passo Fundo.

Referências

BATISTELLA, Alessandro; BACCIN, Diego José. História, memórias e representações: uma análise dos monumentos em Passo Fundo. Passo Fundo: Saluz, 2016.

BEVEGNÚ, Sandra Mara. Décadas de poder: o PTB e a ação política de César Santos na metrópole da serra: 1945-1967. Dissertação (Mestrado em História). Universidade de Passo Fundo. Programa de Pós-Graduação em História. Passo Fundo, 2006.

KNACK, Eduardo Roberto Jordão. Educação patrimonial: pensando sobre Passo Fundo. In: BATISTELLA, Alessandro (Org.) Patrimônio, memória e poder: reflexões sobre o patrimônio histórico-cultural de Passo Fundo. Passo Fundo: Méritos, 2011, p. 289-312.

RIBAS, João Vicente. A representação cultural gauchesca do município de Passo Fundo. 188fl. Dissertação (Mestrado em História). Universidade de Passo Fundo. Programa de Pós-Graduação em História. Passo Fundo, 2008.

RIBAS, João Vicente. Entre a tradição e a invenção: a cultura “gaúcha” no século XX. In: VANIN, Alex Antônio; BECKER, Bruna Zardo; CARVALHO, Djiovan Vinícius. Grupo Terra Pampeana: do legado artístico ao Festival Internacional de Folclore de Passo Fundo. Passo Fundo: Acervus, 2025. p. 27.

Autor: Alex Vanin. membro do Instituto Histórico de Passo Fundo (IHPF).

Neste site, já foi publicado texto Passo Fundo e a Segunda Guerra Mundial: história, memórias e repercussões:  www.neipies.com/passo-fundo-e-a-segunda-guerra-mundial-historia-memorias-e-repercussoes/

FOTO ALEX VANIN


[1] PREFEITURA Municipal de Passo Fundo apud KNACK, Eduardo Roberto Jordão. Educação patrimonial: pensando sobre Passo Fundo. In: BATISTELLA, Alessandro (Org.) Patrimônio, memória e poder: reflexões sobre o patrimônio histórico-cultural de Passo Fundo. Passo Fundo: Méritos, 2011, p. 301-302.

[2] PRAÇA Marechal Floriano. TripAdvisor. Disponível em: https://tinyurl.com/43br7rve. Acesso em: 8 ago. 2026.

[3] PREFEITURA Municipal de Passo Fundo. Relatório da Administração Wolmar Salton referente ao exercício de 1957. Passo Fundo: s/e, 1958, p. 34.

[4] O NACIONAL. Um belo e atraente monumento na Praça Marechal Floriano. Passo Fundo, n. 8.748, 29 nov. 1957, p. 4. Acervo AHR.

[5] QUADROS, Carlos de Danilo. Um movimento original em Passo Fundo. Diário de Notícias. Porto Alegre, 22 dez. 1957, p. 18.

[6] JORNAL DO DIA. Inaugurado em São Francisco de Paula um lindo monumento tipicamente gaúcho. Porto Alegre, 17 jan. 1960, p. 8. HDBNB.

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