Docência Universitária em Perspectiva

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A coletânea é continuidade de um amplo e qualificado processo de estudos, pesquisas e práticas docentes que têm ocorrido em torno da disciplina de Estágio Docência I: Pedagogia Universitária, ministrada por mim em diversos Cursos de Mestrado e Doutorado da UPF, articulado com o projeto de Pesquisa “Docência Universitária e Políticas Educacionais” desenvolvido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação Superior (Gepes/PPGEdu/UPF).

O título que deste escrito é o título de uma coletânea que acaba de ser publicada pela editora CRV de Curitiba, organizada por mim e pelas professoras Carina Tonieto e Daniê Regina Mokolaiczik. A coletânea é composta de 19 capítulos envolvendo mais de quarta autores de diversas áreas do conhecimento. Os capítulos versam sobre diversas temáticas relacionados à Docência Universitária dentre elas interdisciplinaridade, improvisação docente, criatividade, desenvolvimento profissional docente, avaliação, autoavaliação, metodologias ativas, práticas reflexivas docentes, resolução de problemas; práticas desruptivas, saberes docentes, tecnologias digitais, dentre outros.

Tivemos a honra da coletânea ser prefaciada pela Dra. Cristina Zukowsky-Tavares, pesquisadora no campo da Docência Universitária e uma das expoentes neste campo de estudos.

A coletânea é continuidade de um amplo e qualificado processo de estudos, pesquisas e práticas docentes que têm ocorrido em torno da disciplina de Estágio Docência I: Pedagogia Universitária, ministrada por mim em diversos Cursos de Mestrado e Doutorado da UPF, articulado com o projeto de Pesquisa “Docência Universitária e Políticas Educacionais” desenvolvido pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação Superior (Gepes/PPGEdu/UPF).

Os estudos sistemáticos sobre Formação Docente no Gepes/PPGEdu/UPF iniciaram em 2009 com a investigação sobre a diversidade de teorias e práticas pedagógicas desenvolvidas por diversos autores no cenário nacional e internacional. Destes estudos resultou na publicação do livro autoral Educar o Educador: reflexões sobre formação docente (Fávero; Tonieto, 2010), composto de 8 capítulos os quais abordaram diversas reflexões sobre formação docente tais como os professores e suas histórias de vida, a formação de professores reflexivos, a relação entre conteúdo e método, a relação entre teoria e prática, a articulação entre ensino e aprendizagem, o papel da universidade na formação docente, currículo e os desafios da diversidade na formação de professores e educação ambiental na formação docente.

O potencial do campo de estudos sobre Docência Universitária resultou na continuidade das investigações no Gepes em 2014, resultando na publicação da coletânea Docência Universitária: pressupostos teóricos e perspectivas didáticas (Fávero; Tonieto; Ody, 2015), composta de 13 capítulos os quais abordaram as seguintes temáticas: criatividade e improvisação na docência universitária, a prática educativa emancipadora e socialmente responsável, os (des)caminhos da formação do docente pesquisador, a inovação no ensino universitário, os impactos do problema da mercantilização e acreditação no Ensino Superior, a construção do sensível e a formação estética na docência universitária, os saberes e não saberes da docência universitária, autoavaliação e desenvolvimento profissional, a importância dos laboratórios didáticos na formação de professores na área das ciências da natureza, o planejamento da disciplina e a organização da aula universitária, aportes teóricos sobre pedagogia universitária, o papel do gestor no gerenciamento da formação dos professores universitários, e a construção de um projeto coletivo e permanente de formação docente.

Os avanços dos estudos no Gepes nos fez perceber que a docência universitária requer uma compreensão dos pressupostos epistemológicos que mobilizam as práticas, as compreensões da forma como se constitui a identidade docente, a maneira como se articulam as distintas formas de ensino e aprendizagem no Ensino Superior.

Destes estudos surgiu a coletânea Epistemologias da Docência Universitária (Fávero; Tonieto, 2016) composta de 12 capítulos onde são abordadas as seguintes temáticas: a dimensão crítico-dialética na formação docente na perspectiva freireana, o lugar da teoria na pesquisa sobre docência na Educação Superior, os aspectos do pensamento complexo que perpassa a autoeco-organização e autoeco-formação do docente universitário iniciante, a atitude vigilante do professor universitário para enfrentar os obstáculos epistemológicos do seu fazer docente, a constituição dos saberes da docência universitária, a epistemologia que perpassa o fazer docente no cenário da sociedade líquida baumaniana, a negação da pedagogia das aparências em prol de uma pedagogia científica na perspectiva bachelardiana, o falibilismo como fundamento epistemológico na formação de professores para o ensino de ciências naturais, os paradigmas necessários à construção da docência universitária no cenário atual, a relação entre racionalismo aplicado e os novos rumos da ciência contemporânea para compreender a docência universitária, a sensibilização docente na compreensão da epistemologia da prática na docência universitária.

A interdisciplinaridade também foi tema de estudos do Gepes e torna-se uma temática imprescindível para enfrentar os desafios da docência universitária contemporânea. Destes estudos surgiu a coletânea Interdisciplinaridade e Formação Docente (Fávero; Tonieto; Consaltér, 2018), composta de 15 capítulos onde são tratados as seguintes temáticas: entendimentos  e perspectivas da interdisciplinaridade na formação de professores, a interdisciplinaridade e o falibilismo na formação docente, os equívocos e as possibilidades da interdisciplinaridade na formação de professores, a resolução de problemas como prática interdisciplinar na educação, a perspectiva história e política da interdisciplinaridade pelo enfoque da educação, as interlocuções possíveis entre interdisciplinaridade e alteridade na educação numa perspectiva estética, a vivência teatral como experiência interdisciplinar formativa, a interdisciplinaridade como crítica à fragmentação do saber, o desafio da reflexividade interdisciplinar na educação escolar, o potencial freireano e interdisciplinar nos processos formativos, as exigências e consequências da complexidade presente na relação entre interdisciplinaridade e educação em direitos humanos, a interdisciplinaridade proposta para a educação física no Referencial curricular do Rio Grande do Sul, a interdisciplinaridade na formação de docentes na Educação infantil na perspectiva da psicanálise e a presença da interdisciplinaridade no campo teórico e no campo de intervenção das políticas educativas.

A relação entre políticas educacionais e formação de professores também foi pauta de estudos e discussões dos pesquisadores do Gepes na disciplina “Políticas de Formação de Professores”, na qual participaram mestrandos, doutorandos e alunos com matrícula especial no segundo semestre de 2018. Destes estudos e discussões resultou a publicação da coletânea Políticas de Formação de Professores (Fávero; Consaltér; Trevisol, 2019) composta de 14 capítulos onde são tratadas as seguintes temáticas: o desafio da prática pedagógica na formação docente de professores de cursos de bacharelado, a pós-graduação stricto sensu como espaço de formação docente no contexto da educação inclusiva, as diretrizes para a formação inicial e continuada dos profissionais do magistério da educação básica, análise comparada entre os planos estaduais de educação do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina sobre a formação de professores da educação básica, a formação docente e a construção da identidade do professor na educação infantil, a especificidade da formação continuada de professores no PROCAMPO, o lugar das humanidades na perspectiva estética da formação docente, a importância da teorias e das pesquisas na formação docente, um estado do conhecimento sobre a formação de professores para o uso de tecnologias, os sentidos atribuídos às tecnologias da informação e da comunicação por professores em formação, as compreensões teórico-metodológicas da interdisciplinaridade na gestão escolar na formação continuada de professores, um diálogo para além da especialidade na relação entre interdisciplinaridade e formação docente.

A ideia do Estágio de Docência como tempo e espaço formativo tem sido uma das tônicas importantes e fundamentais para estruturar o trabalho teórico-didático com os mestrandos e doutorandos dos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade de Passo Fundo. Esta ideia está presente na coletânea Docência Universitária: temas emergentes na formação de professores (Fávero; Lorenzon; Pereira, 2023) composta de 11 capítulos onde são abordadas as seguintes temáticas: as especificidades da docência universitária nos cursos de formação de professores à luz da epistemologia da prática, a aula como espaço de experiência formativa do professor pesquisador, possibilidades para o enfrentamento da crise ambiental na formação docente, a formação continuada de docentes do Ensino Superior na legislação brasileira, em prol de uma abordagem humanista e emancipatória das juventudes na educação profissional, inquietações sobre a formação juvenil na prática docente, contribuições da estética para uma docência humanizadora na formação da juventude, o feminismo negro como pauta na academia por uma universidade como espaço de igualdade, contribuições da educação estética para a formação ética do professor, as contribuições das pesquisas acadêmicas sobre interdisciplinaridade no Ensino Superior e, por fim, os desafios do Ensino Superior no formato on-line durante a pandemia de covid-19.

Conforme já mencionado no início desta apresentação, a presente coletânea tem uma relação direta com o trabalho de Estágio Docência I, II e III de diversos programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade de Passo Fundo. O Estágio Docência é parte obrigatória da formação do pós-graduando e obrigatório para os alunos beneficiários de bolsas concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) aos programas Acadêmicos de Pós-Graduação Stricto Sensu. As Portarias Capes nº 76, de 14 de abril de 2010 (Brasil, 2010), Capes nº 181, de 18 de dezembro de 2012 (Brasil, 2012), Capes nº 149, de 1º de agosto de 2017 (Brasil, 2017) e Capes nº 73, de 6 de abril de 2022 (Brasil, 2022), definem os critérios e procedimentos relativos à realização das atividades de Estágio Docência nos programas de Pós-Graduação stricto sensu, o que fez com que o Estágio Docência fosse ofertado e realizado de forma compulsória pelos alunos bolsistas.

Para além da obrigatoriedade, a presente coletânea tem por escopo dar evidência de que o Estágio Docência pode constituir-se numa importante e produtiva experiência formativa.

Num recente escrito, Fávero (2024, p.21) destaca que “o Estágio Docência pode se constituir numa oportunidade de formação, de estudo, de vivências, de ‘olhar-se no espelho’ como professor ou futuro professor, para revisar quem somos ou o que queremos ser”. Com isso defende o posicionamento pedagógico e epistemológico de que é possível tornar o Estágio Docência, além de uma experiência formativa, um “locus de reflexão e teorização do fazer docente”.

A ideia de “experiência formativa” é retomada dos escritos do filósofo educador americano John Dewey (1979) que em seu escrito Experiência e educação ressaltava que a educação não um processo que se limita ao âmbito formal da escolarização, mas que acontece também nas distintas interações cotidianas das vivências pessoais. Para Dewey (1979), nem todas as experiências são educativas, pois pode haver experiências que são “deseducativas”. Enquanto as experiências educativas são caracterizadas pela presença dos princípios da continuidade e da interação, as experiências deseducativas são aquelas que se esgotam nelas mesmas e não provocam novas experiências. Conforme ressaltam Fávero; Bortolini; Trevizan; Mikolaiczik; Velho (2024, p.54-55), os “exercícios mecânicos de repetição, práticas de ensino que visam fixar hábitos de controle comportamental ou mesmo treinamentos de habilidades funcionais podem resultar em experiências deseducativas na perspectiva deweyana”.

No dia 13 de agosto, a coletânea foi oficialmente lançada na nova turma de mestrandos e doutorandos da UPF, contando com a presença de diversos autores da coletânea, seus organizadores, o Dr. Luiz Marcelo Darroz (Diretor do Instituto de Humanidades, Ciências, Educação e Criatividade – IHCEC), a Dr. Ana Carolina Bertoletti de Marchi (Diretora de Pesquisa e Pós-Graduação da UPF) e diversos outros convidados.

Na solenidade de lançamento, houve o pronunciamento das autoridades presentes, dos organizadores e de alguns autores. Foram depoimentos muito animadores elogiando a iniciativa e o papel da disciplina de Estágio Docência na formação de mestres e doutores. Dentre os depoimentos destaco a fala na íntegra da doutoranda em Educação Deise Elen Abreu do Bom Conselho. Coloco em itálico, pois se trata da fala literal da doutoranda:

Depoimento sobre a experiência na disciplina Estágio de Docência I e escrita do artigo sobre formação inicial de professores

Com alegria, recebi esse convite para escrever sobre a minha experiência na disciplina de Estágio de Docência I e autoria coletiva do artigo intitulado: A pesquisa como prática pedagógica na formação inicial docente: da lógica reprodutivista à perspectiva crítico-reflexiva.

Para sintetizar a experiência, dividirei o meu relato em 3 aspectos, são eles:

  1. Experiência
  2. Postura
  3. Colheita
  1. Experiência

Ao iniciar a disciplina Estágio em Docência, confesso que estava, até certo ponto, imbuída de um pensamento equivocado. Prematuramente, lidei com certa estranheza, o fato de ser professora universitária e ter que estagiar em algo que eu já me julgava profissional. Esse fato gerou em mim uma sensação desconfortável. Mas comportei-me. Afinal é uma disciplina obrigatória para os bolsistas e eu também sou bolsista, pensava comigo mesma. Mesmo que não quisesse estava diante de uma obrigatoriedade.

Esse foi o sentimento primeiro. Eu poderia ter deixado que a minha experiência fosse assinalada por essa sensação. No entanto, logo nas primeiras aulas eu fui tomada pela magia da sequência didática. O professor Altair, no auge da sua experiência preparou um percurso, que nos levaria a refletir sobre o saber e o fazer docente, os entraves da questão pedagógica na docência universitária, a importância da pesquisa no processo formativo, sobretudo, na licenciatura, o desenvolvimento da capacidade estética na docência e as afrontas do neoliberalismo ao processo educacional. Acendeu-me uma luz! Coloquei-me a pensar sobre a minha práxis. Logo várias perguntas surgiram sobre mim mesma… Como eu tenho compreendido a sensibilidade estética na docência? De que maneira tenho me rendido à massificação? Serei uberizada enquanto profissional docente? Que novos caminhos o Ensino Superior tem assumido? Abria-se com aquela sequência didática apresentada um universo de conceitos, fenômenos educativos e temas a serem pensados, novamente compreendidos e até mesmo aprendidos. Dentre eles a curricularização da extensão, as reformas educacionais, a problemática do Ensino Médio, a precarização do trabalho docente e os impactos da BNCC.

Aos poucos, percebi o quanto estava equivocada em pautar a minha experiência na superficialidade ou na obrigatoriedade. Como tinha cometido um ledo engano. Recorro aqui ao pensamento de José Pacheco no livro Aprender em comunidade, quando escreve uma carta a Paulo Freire na qual relata que: “[…] ainda há professores que aprendem, que se apercebem da sua incompletude e sabem que o ser humano está em permanente estado de projeto” (2014, p. 98). 

Nesse sentido, ouso dizer que a experiência na disciplina Estágio em Docência, nos convida a ser uma “uma comunidade de aprendizagem” onde se aprende por meio da interação, do esforço conjunto, compartilhamento de ideias e uma revisão da própria prática. Um exercício para que sejamos capazes de aprender a enxergar com cientificidade, emoção, vigor e rigor o que é a docência. A nuance da disciplina me fez compreender o que Dewey enfatiza sobre a experiência. Exercício reflexivo capaz de transformar um acontecimento em experiência.  Nesse sentido, refletir sobre a vivência na disciplina me ajudou a dar um sentido maior a essa experiência.

Sobre a postura, sem pedantismo ou pretensão de ditar manual, recomendo que aprendam que ler texto e diferente de estudar texto. Isso foi o próprio professor Altair que nos disse. Eu gostei tanto que anotei e repito a vocês. Estudem os textos. Isso significa que a postura de investigadora e de participe dessa disciplina requer que estejam dispostos a fazerem conexões entre o lido, o vivido e o que precisa ser transformado. Ao lerem os textos anotem, perguntem ao próprio texto e quem sabe aos próprios autores, já que alguns textos são de autoria do próprio professor Altair Fávero. Ao fazerem esse ciclo perceberão que não só leram, mas que estudaram o texto. Haja dicionário de termos a serem consultados e conceitos a serem investigados.

Anotar, registrar, elucubrar por meio da escrita é outra postura necessária. Na medida do possível tenham caderno, lápis e borracha, afinal eles não servem somente para a educação básica. Não tenha a pretensão de ser google, reconheça com simplicidade que o registro é uma foram de estudo e até mesmo de memória. Se você é moderno, digite, mas salve em algum lugar que possa encontrar.

Outra aspecto a ser ressaltado é que a aula se torna melhor quando você está inteiro nela e para ela. Cuidado com a tentação de não abrir câmera ou ficar digitando outras coisas no momento das discussões. Isso pode não ajudar na sua concentração. São posturas, maneiras que poderão ajudar. Se não forem essas encontre as suas. Mas as tenha!

Por fim, o terceiro e último ponto é a colheita. Além do aprendizado, do gostoso revisitar a minha própria prática, essa disciplina proporciona uma escrita coletiva a ser publicada em uma coletânea. Isso é real. Hoje estamos aqui com o nosso artigo em um livro com ISBN, um editorial com gente de ponta. Essa colheita também é fruto da generosidade do Prof. Altair e demais organizadores do .

A partir dessa disciplina eu também junto com um colega cadastrei um trabalho em um Congresso Internacional na Colômbia. O trabalho foi aprovado, estivemos lá em Bogotá para apresenta-lo.

Essa disciplina desenvolveu o gosto e a ousadia de escrever. Afinal estagiar na docência é saber que há caminhos que a gente começa a fazer e não para mais e estudar, ler, escrever e pensar são aspectos reforçados aqui.

Concluo sintetizando a minha experiência como a de quem parou para mirar o correr do rio e a partir dessa contemplação foi capaz de refletir sobre essa experiência, dando a ela um sentido original que possibilite a descoberta de novas nascentes que farão jorrar outros percursos, visto que: “a experiência não pode ser exportada, ela só pode ser reinventada. […]. As pessoas responsáveis pela educação deveriam estar inteiramente molhadas pelas águas culturais do momento e do espaço onde atuam”. (FREIRE, 1996, p. 27). O nosso momento é o agora e o nosso contexto é de mestrando e de doutorandos que possuem a responsabilidade de levar a diante a qualidade desse programa, a seriedade de transformar a educação, de intervir nas políticas públicas e de sermos cada vez mais, como pesquisadoras, pessoas e sobretudo aprendizes.

Deise Elen Abreu do Bom Conselho – agosto de 2025

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação

A coletânea foi publicada na versão impressa e também em e-book. Para os que tiverem interesse em acessar gratuitamente o e-book segue o link de acesso:

https://www.researchgate.net/publication/392654282_Docencia_universitaria_em_Perspectiva

Referências:

DEWEY, John. Experiência e Educação. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1979.

FÁVERO, Altair Alberto; TONIETO, Carina. Educar o educador: reflexões sobre formação docente. Campinas: Mercado de Letras, 2010.

FÁVERO, Altair Alberto; TONIETO, Carina; ODY, Leandro Carlos (Orgs.). Docência Universitária: pressupostos teóricos e perspectivas didáticas. Campinas: Mercado de Letras, 2015.

FÁVERO, Altair Alberto; TONIETO, Carina (Orgs.). Epistemologias da docência universitária. Curitiba: CRV, 2016.

FÁVERO, Altair Alberto; TONIETO, Carina e CONSALTÉR, Evandro (Orgs.). Interdisciplinaridade e formação docente. Curitiba: CRV, 2018.

FÁVERO, Altair Alberto; CONSALTÉR, Evandro e TREVISOL, Marcio Giusti (Orgs.). Políticas de Formação de Professores. Curitiba: CRV, 2019.

FÁVERO, Altair Alberto; LORENZON, Mateus; PEREIRA, Taís da Silva (orgs.). Docência Universitária: temas emergentes na formação de professores. Porto Alegre: Livrologia, 2023.

FÁVERO, Altair Alberto. Docência na educação superior: entre a barbárie e a civilidade de uma experiência formativa. In: DIEDRICH, Marlete Sandra; MARINHO, Lucas Danielli; GOLEMBIESKI, Gabriela (orgs.). Narrativas de Estágio. São Carlos/SP: Pedro & João Editores, 2024, p.11-30.

FÁVERO, Altair Alberto; BORTOLINI, Bruna de Oliveira; TREVIZAN, Catiane Richetti; MIKOLAICZIK, Daniê Regina; VELHO, Priscila Campos. O Estágio como experiência filosófica formativa: em defesa da escola pública contra certos discursos pedagógicos. In: CASAGRANDA, Edison Alencar; DARROZ, Luiz Marcelo; BORDIGNON, Luciane Sanhol (orgs.). Estágios nos cursos de licenciatura: Experiências e práticas docentes. Passo Fundo: Editora UPF, 2024, p.54-76.

Autor: Dr. Altair Alberto Fávero – altairfavero@gmail.com Também escreveu e publicou no site “A trajetória de 15 anos do Gepes”: www.neipies.com/a-trajetoria-de-15-anos-do-gepes/

Edição: A. R.

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