Em um contexto em que muitas instituições de ensino priorizam o lucro em detrimento da qualidade, a UPF trilha um caminho diferente.
Como universidade comunitária, instituição tem profundas raízes no norte do RS enquanto constrói pontes com o mundo por meio da ciência, inovação e formação de pessoas
A Universidade de Passo Fundo (UPF) completou, neste mês de junho, 57 anos de atuação e segue firme no seu compromisso de conectar o desenvolvimento regional ao cenário global. Como universidade comunitária, a UPF tem profundas raízes no Norte do Rio Grande do Sul, uma das regiões que mais prosperam no Brasil. Ao mesmo tempo, constrói pontes com o mundo por meio da ciência, da inovação, da internacionalização e da formação de pessoas.
Essa atuação trouxe para a Instituição um reconhecimento nacional e internacional. A UPF alcançou o conceito máximo na avaliação do MEC, indicador que atesta a qualidade da gestão, da infraestrutura, do corpo docente e dos processos acadêmicos.
Segundo o Ranking Universitário da Folha (RUF), a Universidade desponta como a melhor universidade do Norte do Estado e entre as 12 melhores universidades privadas e comunitárias do Brasil. Já no ranking internacional Times Higher Education World University Rankings, está entre as 25 melhores do país em qualidade de pesquisa.
Mas a Universidade vai além dos rankings. Já formou 100 mil profissionais e, hoje, tem mais de 10 mil estudantes oriundos de mais de 150 municípios do Brasil e do exterior.
Com responsabilidade social e visão de futuro, a UPF mantém o foco na formação presencial, qualificada e conectada com as transformações locais e globais.

Com os olhos voltados para a sustentabilidade e para o futuro, estão sendo investidos quase R$ 20 milhões em infraestrutura de ensino, pesquisa e inovação em áreas estratégicas, voltados ao fortalecimento dos setores produtivos e sociais. Exemplos disso são o Passo Fundo Valley, o Laboratório de Protótipos, o Centro Regional de Criatividade e os investimentos em tecnologia para a cadeia leiteira.
Essas iniciativas somam-se a uma estrutura multicampi, com cerca de 300 laboratórios, 180 salas de ensino prático, 130 clínicas de atendimento e uma fazenda experimental de 270 hectares. Além do UPF Parque, único parque científico e tecnológico da região, que conecta pesquisa com empresas e startups.
Estudantes e professores da UPF participam de intercâmbios e pesquisas em dezenas de países e três de seus pesquisadores estão entre os 2% mais citados do mundo, segundo o banco global Elsevier. Outro exemplo da capacidade de conexão global é o projeto da Usina Escola de Amônia e Hidrogênio Verde, uma das primeiras do país, desenvolvida em parceria com o TecnoAgro e empresas internacionais. São R$ 50 milhões investidos no desenvolvimento de tecnologia limpa, com impacto na economia e na formação de profissionais qualificados.
A presença da UPF na sua comunidade também se traduz em parcerias transformadoras. Estamos comprometidos com a inclusão, o acesso ao conhecimento e a qualificação profissional. Os projetos sociais e ações de extensão beneficiam mais de 180 mil pessoas.
A UPF representa um projeto de desenvolvimento sustentável, baseado no conhecimento e na integração com a comunidade. Esse é o reflexo de uma universidade que cresce com a sua região, que conecta as necessidades da sociedade com a ciência e a tecnologia, aproxima o local do global. Prepara cidadãos para um mundo em transformação. Fortalece ciclos de desenvolvimento com inovação e responsabilidade.
Autora: Bernadete Maria Dalmolin, doutora em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP) e reitora da Universidade de Passo Fundo (UPF) desde 2018.

Créditos fotos: Rede social UPF/Divulgação
Edição: A. R.












Reconhecimento a esta grande Universidade da região Norte do RS e as gestões que fazem muito para continuar com este legado para o desenvolvimento humano e social.