Jesus Cristo, o líder e educador mais excelente que já esteve entre nós, não trabalhou sozinho. As boas notícias que trazia em seu Evangelho de luz, precisariam ser divulgadas e exemplificadas. Para que o objetivo deste planejamento pudesse acontecer, no futuro, preparou pequeno grupo em três anos e retornou à morada do Pai, amparando a todos espiritualmente.
SIMÃOPEDRO
Era natural de Betsaida, filho de Jonas, era pescador de grande prestígio na cidade de Cafarnaum e exercia sua profissão no lago de Genesaré, conhecida também como Mar da Galileia. Era um homem simples, transparente, destemido e sincero, muito sensível, de grande coração, mas, quando necessário, enérgico e de temperamento altivo. Era casado, mas não tinha filhos. Foi o primeiro apóstolo escolhido por Jesus.
Na época do encontro com Jesus, Pedro já morava em Cafarnaum onde, com seu irmão André, exercia liderança entre os pescadores locais, era muito respeitado e querido pois sempre tinha interesse em servir a todos. Era conhecido também por Simão Bar Jonas. Ao amanhecer, diariamente, no primeiro clarão da aurora, Pedro já estava no barco, lançando às águas suas redes enquanto cantava canções nativas. Em cada cidade, às margens do lago, os pescadores levantavam um grande rancho onde todos, das diferentes localidades, pudessem se reunir para descansar juntos, tratar assuntos sobre a pesca, fazer negócio, consertar as redes, se alimentarem e confraternizarem.
Num belo dia ensolarado, quando Pedro e seu irmão André estavam ancorando seu barco de pesca na praia de Cafarnaum, viram Jesus, que eles já conheciam, que os olhava atentamente e se encaminhava para eles dirigindo-lhes amável saudação e o convite enfático: “Vinde após mim, e os farei pescadores de homens” (Mateus, 4:19). Pedro tinha o costume, por hábito, de frequentar a sinagoga local, mas as falas dos escribas e fariseus não tinham muito sentido para ele, pois não percebia sinceridade nelas, e, mais por receio, respeitava as autoridades religiosas que exerciam poder sobre o povo, cumprindo seus deveres com retidão. Jesus já o conhecia bem e o convidou a ser o líder, no futuro, deste pequeno grupo que Ele estava formando. A partir daí, Pedro ficou fascinado por Jesus, pelo seu magnetismo, pelo seu amor aos sofredores e abriu as portas de seu lar para Ele. A casa de Pedro se tornou, em Cafarnaum, a sede física das reuniões e atividades de Jesus. Desde o primeiro encontro, a reunião com o pequeno grupo que Jesus estava formando, foi na casa de Pedro.

No início do contato direto com Jesus, Pedro o observava e percebia que o Mestre preferia atender os infelizes, não fazendo diferença entre ricos e pobres e aceitava o convívio de pessoas consideradas de má vida. Com Ele foi aprendendo a servir quem o buscava, tornando-se mais amável e foi até o fim de sua vida, sempre fiel a Jesus. Ergueu a Casa do Caminho, na estrada entre Jerusalém e Jope, para abrigar sofredores, em memória do Mestre. Arrependeu-se amargamente de ter negado Jesus em Jerusalém, quando Jesus foi condenado, mas superou com galhardia, este deslize. Morreu em Roma, no ano 67 d.C. – onde viveu por mais de vinte anos ensinando o Evangelho de Jesus- testemunhando tudo o que aprendeu com o Mestre. Foi martirizado a mando do imperador Nero.
Pedro escreveu duas epístolas, registradas no Novo Testamento.
ANDRÉ
André, natural de Betsaida, irmão de Pedro, era pescador, mas se envolvia também com agricultura. Ele tinha o caráter formado pela religião judaica. Antes de conhecer Jesus, ele era discípulo de João Batista que falava que o Messias esperado pelo povo judeu já estava entre eles.
André era discreto, muito curioso estava sempre tentando compreender a vida e seu verdadeiro significado. Mantinha com Pedro uma sociedade de pescaria, era o relações públicas da dupla e percorria todas as cidades a beira do lago de Genesaré, através dos barcos de pesca, organizando os negócios do comércio de peixes. Era culto, estava sempre se informando sobre outros assuntos religiosos e filosóficos e gostava de conhecer, especialmente, sobre a filosofia grega. Morreu em Patros da Acaia, Grécia, martirizado, aos 60 anos.
JOÃO
João era filho de Maria Salomé e Zebedeu e irmão de outro apóstolo de Jesus, Tiago, conhecido como Tiago Maior. João amava as coisas naturais, plantas, animais, tudo que tinha vida, a natureza o extasiava. Ele gostava de passear pelas margens do Rio Jordão, o maior da Palestina, especialmente no local onde o profeta João Batista batizava as pessoas arrependidas de seus erros e dispostas a se melhorarem; foi nessas águas que Jesus foi batizado.
João reconhecia que o Rio Jordão era um raio de luz da Palestina e que suas águas tinham o poder de curar os enfermos. Era pescador e como seu irmão e muito ligado a Pedro e a André. Maria Salomé, sua mãe, dignificava a família, tinha grande estrutura espiritual e ensinou a seus filhos toda a Lei da Torá. Contava, com muito gosto, as histórias dos antigos profetas judeus, escritas nos livros sagrados do judaísmo.
Desde menino, João acompanhava a mãe nas idas a Jerusalém, capital da Judeia. Lá ele ficava muito tempo sondando as belezas do templo de Salomão e, de forma mística, refletia em silêncio sobre Deus. O jovem não possuía conflitos íntimos e se admirava dos problemas pessoais que seus amigos tinham. Ele tinha preferência pelo estudo do profeta Isaías, sobre o qual meditava muito. Ele desejava amar e respeitar todas as pessoas e a natureza. Estudou, também, a vida dos grandes vultos da humanidade que, na época, se tinha conhecimento, como Buda, pelo qual tinha muito apreço.

João possuía uma personalidade extraordinária. Segundo o próprio João, em seu Evangelho (João 1:43) descreve: “Após convidar Pedro e André, continuou caminhando, alegre e convidou outros dois pescadores: João e Tiago. Eles, deixando logo as redes, seguiram-no.” João, desde esse chamamento, seguiu a Jesus cheio de fé e alegria. Ele era 12 anos mais moço que Jesus, todos os outros apóstolos eram mais velhos que Jesus. Ele deixou para a humanidade seu legado de luz registrado no Novo Testamento: O Evangelho de João. Esteve durante todo seu apostolado ao lado de Jesus. No momento da crucificação do Mestre, foi o único apóstolo que permaneceu junto à cruz, amparando Maria, mãe de Jesus. O Mestre deixa, neste momento culminante, o último ensinamento quando entrega sua mãe aos cuidados de João. Anos depois, ele convida Maria, a mãe de Jesus, para morar com ele em Éfeso. João não foi martirizado como os demais apóstolos. Morreu com 94 anos, em Éfeso, na Turquia.
João escreveu três epístolas e o Apocalipse, além dos registros belíssimos de seu Evangelho, constantes no Novo Testamento.
TIAGO MAIOR
Era irmão de João, filho de Maria Salomé e Zebedeu, era natural de Betsaida. Foi muito amigo de Pedro e André pois, como eles, era pescador. Tiago era muito sensível e modesto, de temperamento agitado, impaciente e bastante extrovertido, lutava para se autodisciplinar e ser educado no trato com os outros. Prezava a verdade, a pureza das coisas e buscava a sabedoria nos conhecimentos espirituais.
Era estudioso das escrituras sagradas de seu povo e de algumas escrituras sagradas antigas da Índia e da China, mas tinha predileção pelos estudos dos gregos Sócrates e Platão, dos quais entendia melhor que as escrituras sagradas do judaísmo. Ele procurava evitar a fé cega. Quando analisava os feitos de Jesus que ele presenciava, comparava com as propostas dos antigos profetas que tanto conhecia, chegava à conclusão que realmente Jesus era o Messias esperado, o “Cordeiro de Deus”.
Como apóstolo, tudo fez para que a Boa Nova, legada por Jesus, fosse divulgada a outros povos além dos judeus, não mediu esforços para fazer a sua parte. Tinha o costume de refletir, meditar na busca da perfeição moral para, sempre que possível, fazer o melhor. Conversava muito com seu irmão, João, sobre o futuro dos ensinamentos de Jesus. Sentiu muito pavor com a crucificação de Jesus, permanecendo à distância, mas, com o retorno glorioso do Mestre, todo iluminado, voltou a ficar entusiasmado. Após a experiência do Pentecostes ele percebeu que ficou totalmente envolvido pelo psiquismo de Jesus e, corajosamente, saiu pelo mundo a divulgar a Boa Nova, chegando até a Espanha. Morreu em Jerusalém, foi decapitado no ano 44d.C. sendo o primeiro apóstolo martirizado, a mando de Herodes Agripa, filho de Herodes, O Grande.
SIMÃO, O ZELOTE
Era natural de Caná, também conhecido como cananita, era muito político e nacionalista, e revoltava-se com o domínio romano na Palestina pela exploração que o povo sofria por parte de Roma que cobrava exorbitantes tributos em forma de impostos. Almejava ver o povo judeu livre da subjugação romana. Desejava a paz e o trabalho digno para todos, mas não concordava em agredir ninguém.
Quando tomou conhecimento sobre como Jesus agia e pregava, ficou muito empolgado e foi procurá-lo. Jesus, então, o convida para participar do seu partido de amor. Finalmente ele encontrou o que procurava tanto: um caminho para ajudar na defesa dos fracos e oprimidos do povo. Ele era conhecedor das leis de muitas nações, frequentava as sinagogas sem compromisso e ia seguido ao Sinédrio, no Templo de Jerusalém, para se inteirar de todo movimento político-religioso dos sacerdotes. Ao se integrar na equipe do Nazareno percebe que está fazendo parte do maior partido que ele jamais conhecera antes, pois apoiava-se em conceitos universais e se baseava na liberdade de todas as criaturas, com direitos e deveres iguais para todas, na mesma proporção, pois todas são criadas por Deus e irmãs entre si.
Após a partida de Jesus, destemidamente, Simão levou os Seus ensinos em lugares distantes. Foi, também, martirizado.
FELIPE
Era natural de Betsaida. Se caracterizava por ser muito cauteloso na busca da verdade. Examinava, com muito critério, as novas ideias não se deixando levar pela opinião alheia. Era observador crítico da vida social. Convidado por Jesus para tornar-se membro do pequeno grupo que Ele estava formando, Felipe aceitou o convite, muito feliz, pois percebeu que o Mestre ensinava a verdade. Ele tornou-se verdadeiro repórter do grupo e anunciava os feitos de Jesus onde ele estivesse, divulgando para todos que o Messias esperado por tanto tempo já estava entre eles. Influenciado pela conduta e ensinamentos de Jesus aprendeu a respeitar as condições pessoais dos outros na compreensão da Verdade. Tinha vontade de fazer tudo de bom com entusiasmo e energia, queria ser útil a si e aos outros, levando consolo e esperança. Com o Mestre aprendeu a usar a justiça, o bom senso, a boa vontade, ser amorável e gentil.
Após a experiência do Pentecostes, sentindo-se amparado espiritualmente pela equipe angelical de Jesus, uniu-se a Bartolomeu e juntos foram pregar o Evangelho na Ásia Menor, especialmente na Índia e na Armênia. Realizava muitas curas e esclarecimentos que deixavam as pessoas fascinadas com um novo sentido para a vida, apesar dos sofrimentos em que viviam. Morreu no ano 90 d.C., em Hierápolis, na Turquia no flagelo da crucificação.
JUDAS ISCARIOTES
Era natural de Kerioth, pequena cidade ao sul de Judá, distante oito quilômetros de Jerusalém. Ele era um jovem idealista e sonhador, de inteligência lúcida. Quando foi convidado por Jesus para fazer parte do grupo que O acompanhava, ele ficou muito feliz e entusiasmado com o convite. Foi recebido pelos outros componentes do grupo, pescadores e pessoas simples, com carinho e júbilo. Pelas suas características intelectuais foi escolhido para ser o responsável pela guarda dos escassos recursos monetários do grupo que serviria para manter as atividades de deslocamento, alimentação e outras despesas do grupo.
A mensagem e as atitudes de Jesus, repassadas de compreensão e ternura, representavam para ele um alívio para o seu temperamento inquieto e suas ambições de conquistar o mundo pelo poder, pelo destaque pessoal. O reino que Jesus anunciava o fascinava, sentia-se honrado em poder fazer parte deste reino quando observava todo o poder de Jesus, nas curas que fazia, no amor que ensinava, no domínio, inclusive, das forças da natureza. Ficava perplexo de como a multidão sofredora. O seguia submissa. Mas não entendia porque Ele preferia os pobres, os miseráveis, os de conduta equivocada e dialogava com todos, principalmente os que eram rejeitados pela sociedade. Percebia que os grandes socialmente eram recebidos por Ele sem qualquer privilégio ou deferência que as suas posições requeriam, conforme seu entendimento.
Com o passar do tempo, foi sentindo insegurança quanto à vitória da proposta de Jesus. Quando percebeu que o Mestre não iria proporcionar ao povo judeu a liderança política do mundo nem esmagar o Império Romano, tenta forçar o poder de Jesus e provocar Sua reação, traindo-o, entregando-o aos fariseus. Quando se deu conta da condenação de Jesus e que o reino dos céus não era na Terra, num gesto tresloucado, em profundo arrependimento, se suicidou.
MATEUS
Mateus era também chamado de Levi, seu nome judeu. Mateus era seu nome romano. Era publicano, ou seja, cobrador de impostos nas alfândegas que pertenciam ao Império Romano, em Cafarnaum. Numa manhã, cheia de luz solar, foi convidado por Jesus para fazer parte do Seu grupo. A partir daí passou a segui-Lo e mudou de vida, distribuiu com amor os recursos que possuía àqueles a quem havia prejudicado e aos necessitados, libertando-se da imposição que os romanos lhe exigiam como cobrador de impostos.

Passou a ajudar por prazer de ser útil, conforme ensinava e vivia Jesus. Era muito culto e se expressava muito bem. Ele assistiu muitas curas de Jesus por simples palavras ou leve toque de mãos. Pelos exemplos que o Mestre deixou, ele desejou tornar-se médico das almas, para curá-las pelo amor e esclarecimento. Serviu e ensinou o evangelho nas nove cidades que circundavam o Lago de Genesaré, percorreu a Pérsia, a Judeia e a Etiópia levando a Boa Nova do Mestre. Morreu na Etiópia, martirizado, aos 72 anos. Escreveu o Evangelho, Segundo Mateus, deixando registrado para a posteridade, o relato da passagem de Jesus sobre a Terra.
BARTOLOMEU
Era natural de Caná, na Galileia e também conhecido como Natanael. Pessoa atenta ao trabalho de pescaria, companheiro de Pedro e dos outros pescadores. Foi na sua terra natal que ocorreu o primeiro fenômeno provocado por Jesus quando este transforma a água em vinho, abrindo o evangelho dos fatos – primeiro fato surpreendente que Jesus apresenta. Foi levado a conhecer Jesus por Felipe. O Mestre logo o convidou a fazer parte da primeira comunidade cristã. Ele era muito resguardado, introspectivo, sem muito conhecimento, mas de grande maturidade espiritual. Conhecia em profundidade os ensinos de Moisés e esperava a vinda do anunciado Messias. Era jovem de qualidades morais nobres. Uniu-se a Felipe para divulgar, com muito sacrifício, a Boa Nova na Ásia Menor. Foi a Anatólia, Índia, Irã, Síria, Mesopotâmia e Armênia. Conseguiu traduzir o Evangelho de Mateus para os idiomas locais destes povos. Morreu martirizado no ano 51 d.C.
TIAGO MENOR
Era filho de Alfeu e Maria de Cleofás, prima de Maria de Nazaré. Era irmão de Judas Tadeu, conhecido como irmão de Jesus. Era um judeu muito religioso e de grande retidão de caráter. Seguidamente ministrava os ensinamentos da Torá nas sinagogas como imediato dos rabinos. Era sincero e fiel na sua pregação. Era muito culto e conhecedor dos idiomas da época, especialmente o grego. Escrevia muito bem. Era um sensitivo nato. Teve grande papel na divulgação do Evangelho. Morreu em 62d.C. em Jerusalém.
Escreveu uma epístola aos judeus das doze tribos dispersos da Ásia, registrada no Novo Testamento.
JUDAS TADEU
Era natural da Galileia, jovem de grande qualidade de coração. Era primo irmão de Jesus. No início da experiência no grupo de discípulos de Jesus tinha dificuldade em compreendê-Lo, mas a convivência com o Mestre o tornou um cidadão do universo. Era muito viajado, conhecia vários lugares. Morreu no Reino da Armênia.
Há registro, no Novo Testamento, de uma epístola escrita por ele.
MARIA DE MAGDALA
Maria de Magdala é um dos mais eloquentes exemplos de transformação moral que uma pessoa possa demonstrar. No primeiro encontro com o Mestre, em Cafarnaum, na casa de Pedro, após diálogo esclarecedor com Jesus, ela mudou radicalmente de vida, arrependendo-se e dando rumo valioso a seus passos. Ela passou a seguir as atividades do Mestre, disponibilizando-se para ajudar no que fosse possível. Tempos depois, na dolorosa situação do martírio do Mestre na cruz, foi a ela que Jesus primeiro se fez radiante, cumprindo a promessa de que retornaria ao convívio com seus seguidores, ao terceiro dia, pela ressurreição. Na ocasião, relatando ao grupo sua visão, só teve o apoio de Maria, mãe de Jesus.
Maria de Magdala fazia parte do destemido grupo de mulheres que sempre acompanharam Jesus, inclusive no momento desafiante na subida para o Gólgota: Maria de Nazaré, Joana de Cusa, Verônica, Suzana, Salomé – mãe do apóstolo João -, Maria Marcos, de Jerusalém, e outras. Maria de Magdala, respeitando a posição machista dos apóstolos do Mestre, não seguiu na missão de divulgação da Boa Nova, com nenhum deles. Ela optou por exercer seu apostolado no Vale dos Leprosos.
PAULO DE TARSO
Era natural de Tarso, cidade grega onde nasceu. Pertencia à uma família judaica tradicional. Tinha muita cultura e era portador da cidadania romana. Exerceu a função de famoso Doutor da Lei em Jerusalém e foi quem iniciou a perseguição aos primeiros seguidores de Jesus, comandando a lapidação de Estevão, o primeiro mártir.
Quando se dirigia a Damasco, com ordens para prender os seguidores de Jesus, foi convocado pelo Mestre, para mudar de rumo, quando Jesus lhe aparece, numa visão extraordinária, na estrada para aquela cidade. A transformação foi imediata, segundo Emmanuel: “ele viu, ouviu, negou-se a si mesmo, arrependeu-se, tomou a cruz e seguiu o Cristo até o fim de suas tarefas materiais… Foi um homem intrépido e sincero, caminhando entre as sombras do mundo, ao encontro do Mestre. Foi um realizador que trabalhou diariamente para a luz. Entre ele e Jesus havia um abismo, que o apóstolo soube transpor em decênios de luta redentora e constante” (in “Paulo e Estevão”, pág. 8 e 9). Ele levou o Evangelho de Jesus aos povos não judeus.
Morreu em Roma, decapitado.
Paulo redigiu catorze epístolas de orientações às igrejas que ele fundara e que estão registradas no Novo Testamento.
BIBLIOGRAFIA
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“Há Dois Mil Anos”, (Emannuel) 3ª Edição. Rio de Janeiro, RJ. Livraria Editora da Federação Espírita Brasileira, 1944.
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Alvarez, Josefa Luque, “Harpas Eternas, Volume I, II, III e IV- 1ª Edição. São Paulo, SP. Editora Pensamento-Cultrix Ltda., 1993. 16ª Reimpressão em 2022.
De Almeida, João Ferreira
“A Bíblia Sagrada”. Várzea Paulista, SP. Casa Publicadora Paulista, 2017.
Oliveira, Gladis Pedersen
“Jesus, Mestre, Guia e Modelo”. Olsen Editora, 2024.
Autora: Gládis Pedersen. Já escreveu e publicou no site “O método pedagógico de Jesus”: www.neipies.com/o-metodo-pedagogico-de-jesus/
Edição: A. R.












Concordamos com a autora Gladis Pedersen quando escreve:
“Jesus Cristo, o líder e educador mais excelente que já esteve entre nós, não trabalhou sozinho. As boas notícias que trazia em seu Evangelho de luz, precisariam ser divulgadas e exemplificadas. Para que o objetivo deste planejamento pudesse acontecer, no futuro, preparou pequeno grupo em três anos e retornou à morada do Pai, amparando a todos espiritualmente”.